Database of the Month: Brazilian and Portuguese History and Culture: The Oliveira Lima Library
Friday, September 25, 2020

HISTÓRIA E CULTURA BRASILEIRA E PORTUGUESA: BIBLIOTECA OLIVIERA LIMA
- BRAZILIAN AND PORTUGUESE HISTORY AND CULTURE: THE OLIVEIRA LIMA LIBRARY -

Originalmente, a biblioteca pessoal do diplomata brasileiro, historiador e jornalista Manoel de Oliveira Lima, a Biblioteca Oliveira Lima, é considerada há muito tempo uma das melhores coleções de material Luso-Brasileiro disponível a estudiosos. 

A biblioteca digital abrange temas como o colonialismo, o período de independência do Brasil, escravatura e abolição, igreja católica, povos indígenas, imigração, ecologia, agricultura, desenvolvimento económico, medicina e saúde pública, relações internacionais e literatura brasileira e portuguesa. Nas coleções estão disponíveis em formato digital panfletos, livros, manuscritos, quadros, desenhos, material cartográfico, etc.

Na coleção respeitante a Portugal pode encontrar materiais raros sobre o império português em África e na Ásia, cartografia e geografia, literatura entre os séculos 16 a 20, crónicas do reino, história diplomática entre 1500 e 1930, ordens religiosas, o Marquês de Pombal, uma coleção de documentos escritos por António Vieira, Francisco Manuel de Melo, José Agostinho de Macedo, Camilo Castelo Branco, Eça de Queirós e outros.

QUEM FOI OLIVEIRA LIMA?

Manoel de Oliveira Lima (1867-1928)Manoel de Oliveira Lima (1867-1928) foi um conhecido diplomata, jornalista e estudioso do início do século 20. Ele desenvolveu uma apreciação prematura pela importância de fontes originais e adquiriu trabalhos sobre filologia e etimologia portuguesa para complementar suas principais coleções de história e literatura do mundo Luso-Brasileiro. Suas viagens lhe permitiram fortalecer sua coleção, que foi construída para seu uso pessoal e de futuras gerações de estudiosos.

Em 1916, Oliveira Lima anunciou sua decisão de doar sua biblioteca para a Universidade Católica da América. Oliveira Lima trabalhou como curador da biblioteca e, de 1923 até sua morte em 1928, como professor de direito internacional. Após sua morte, a coleção continuou a crescer sob a condução da sua esposa, Flora de Oliveira Lima (de 1928 a 1940), e de Manoel Cardozo (de 1940 a 1985).

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